quinta-feira, 31 de março de 2011

• Eu, vocês e nós.

Ele tem uma arma
Eu sou uma e as vezes contra minha própria pessoa
E mais, sinto pelos que presenciaram minhas altas mutilações.
Hoje elas pesam na minha alma e no coração a tanto prego pregado que
Mal consigo respirar sem sentir dor e ferir outros.


Quero sumir, correr e grito para ensurdecer
Mas no meu silencio é que sou ouvida por mim mesma
Que triste situação, me vejo definhando
E quase sem lagrimas nem emoção
O que e porque tentar algo sem solução.


Recuo me fecho e não aceito aproximação
Mas isso só dói mais fundo como rejeição e traição
Entalada em forma de uma imensa bola de pelo engasgada no coração
Lá dentro cresce e por fora aperta em cada movimento de contração.


Pobre, podre relação
Sobrevive de pouca ação
E muita carga para a costa de uma pessoa de muita contradição
Vivendo por um milagre, amando e se doando sem inspiração.
Arma que não atira por ter dependentes em plena dependência de ação.


25 de março de 2011, 
19:51:24
by  Roberta Pichler Conrado.

Nenhum comentário:

Postar um comentário